Por que a água quente no hospital é fundamental para a recuperação dos pacientes

Por que a água quente no hospital é fundamental para a recuperação dos pacientes

Os gestores de hospitais reconhecem que a recuperação dos pacientes é um processo que depende de uma série de detalhes, de minúcias, de pequenas atenções e ações humanas.

Além da qualidade da equipe de saúde que realiza o atendimento – o que inclui médicos, enfermeiros e nutricionistas e chega até ao pessoal da limpeza – alguns outros fatores vêm sendo encarados como decisivos para acelerar a alta médica, a felicidade e o encantamento dos pacientes.

Há uma explicação para isso, de fundo psicológico.

A internação obriga o paciente a permanecer por muito tempo numa condição estressante pela própria doença,  em um quarto totalmente estranho a ele e convivendo com o entra e sai intermitente de pessoas desconhecidas. Há ainda a questão do ócio, já que o ambiente hospitalar tende a oferecer poucas oportunidades de distração. Esses fatores somados têm grande potencial de elevar os índices de estresse de uma pessoa que já está debilitada, dificultando sua recuperação.

É visando facilitar a recuperação rápida dos pacientes que  cada vez mais os hospitais vêm se preocupando em proporcionar a eles um ambiente mais amigável. Com essa ideia já avançada para a época, no início do século 20 o arquiteto catalão Lluís Domènech i Montaner projetou o Hospital Sant Pau, em Barcelona.

Ao apostar em grandes janelas nos quartos – que aumentam a interação com o mundo exterior – e ao criar um enorme jardim onde as pessoas internadas podem passear em meio a árvores e plantas diversas, Montaner quis colaborar com a recuperação dos pacientes. Passear pelo estabelecimento dá a sensação de se estar residindo ou  visitando um hotel. Um visionário genial, não é mesmo?

Conforto e bem-estar recuperam. Essa é a ideia.

Já que a proposta é humanizar cada vez mais a internação, muitos administradores hospitalares estão quebrando paradigmas e entendendo o paciente como um hóspede. Dar um adeus às frias paredes brancas tem sido um bom começo. Optar por tons pastéis bem claros reduz a frieza do ambiente interno sem deixar de lado a sensação de limpeza.

O uso de quadros, com paisagens coloridas e flores, também tem sido uma boa solução. Para evitar o acúmulo de germes nas molduras, alguns hospitais optam por pintar o quadro com a moldura diretamente na parede. Dependendo dos casos, até plantas, mesmo que artificiais e de fácil higienização, podem ser utilizadas para sugestionar mais aconchego e fazer a diferença.

O mobiliário é outro fator importante. A aparência antiquada de um quarto hospitalar pode provocar ainda mais desconforto no paciente. Investir em móveis novos e com design arrojado também é repensar seu estabelecimento como um ambiente hoteleiro e no paciente como um hóspede.

A questão da água quente

E quando o tema é conforto e bem-estar, há um fator que não pode ser deixado para trás: a água quente. Como ocorre nos hotéis, a disponibilidade de água aquecida em lavabos e chuveiros é considerada por pacientes e mesmo visitantes como item número 1 de uma boa estadia.

No caso específico do aquecimento de água, porém, os benefícios vão além do fator psicológico. Há uma série de estudos que relacionam o uso de água quente com melhoria na saúde. O primeiro e mais evidente fator é a sensação de relaxamento,a fundamental para aliviar o estresse de uma internação.

Estudos neurológicos indicam que a água quente ativa o sistema nervoso parassimpático, o responsável por estimular no organismo impulsos de respostas  que induzem à tranquilidade, como desaceleração dos batimentos cardíacos, redução da pressão arterial e até mesmo a diminuição da adrenalina no sangue.

Em outras palavras, água aquecida ativa uma reação de relaxamento do corpo.

Para quem está muito tempo em uma cama, a água quente pode ajudar a reduzir os espasmos musculares. O problema é comum em quem passa por uma situação de estresse e resulta em dores agudas que trazem enorme desconforto.

Há ainda uma questão importantíssima que não pode ser desconsiderada: a assepsia. Fora do quarto hospitalar, a água quente é um fator determinante para a limpeza de lençóis, aventais e outras roupas usadas no ambiente hospitalar. A própria Anvisa determina regras claras que precisam ser seguidas, inclusive no que diz respeito à temperatura de água que deve ser usada na lavagem.

Esses cuidados visam eliminar germes causadores de doenças, proporcionando, assim, mais segurança aos pacientes, menos infecções e mais tranquilidade aos administradores do hospital.

Portanto, gerir um hospital requer cuidados que vão muito além da disponibilidade de uma equipe profissional qualificada. Ao proporcionar conforto aos pacientes, você colabora com a recuperação deles. E ao suprir o seu estabelecimento com água quente em quantidades e temperatura ideias, constantes e confiáveis, você oferece muito mais comodidade e segurança durante o período de internação – e, certamente, tornando-o menos prolongado.

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