Por que a água quente no hospital é fundamental para a recuperação dos pacientes

Por que a água quente no hospital é fundamental para a recuperação dos pacientes

Os gestores de hospitais reconhecem que a recuperação dos pacientes é um processo que depende de uma série de detalhes, de minúcias, de pequenas atenções e ações humanas.

Além da qualidade da equipe de saúde que realiza o atendimento – o que inclui médicos, enfermeiros e nutricionistas e chega até ao pessoal da limpeza – alguns outros fatores vêm sendo encarados como decisivos para acelerar a alta médica, a felicidade e o encantamento dos pacientes.

Há uma explicação para isso, de fundo psicológico.

A internação obriga o paciente a permanecer por muito tempo numa condição estressante pela própria doença,  em um quarto totalmente estranho a ele e convivendo com o entra e sai intermitente de pessoas desconhecidas. Há ainda a questão do ócio, já que o ambiente hospitalar tende a oferecer poucas oportunidades de distração. Esses fatores somados têm grande potencial de elevar os índices de estresse de uma pessoa que já está debilitada, dificultando sua recuperação.

É visando facilitar a recuperação rápida dos pacientes que  cada vez mais os hospitais vêm se preocupando em proporcionar a eles um ambiente mais amigável. Com essa ideia já avançada para a época, no início do século 20 o arquiteto catalão Lluís Domènech i Montaner projetou o Hospital Sant Pau, em Barcelona.

Ao apostar em grandes janelas nos quartos – que aumentam a interação com o mundo exterior – e ao criar um enorme jardim onde as pessoas internadas podem passear em meio a árvores e plantas diversas, Montaner quis colaborar com a recuperação dos pacientes. Passear pelo estabelecimento dá a sensação de se estar residindo ou  visitando um hotel. Um visionário genial, não é mesmo?

Conforto e bem-estar recuperam. Essa é a ideia.

Já que a proposta é humanizar cada vez mais a internação, muitos administradores hospitalares estão quebrando paradigmas e entendendo o paciente como um hóspede. Dar um adeus às frias paredes brancas tem sido um bom começo. Optar por tons pastéis bem claros reduz a frieza do ambiente interno sem deixar de lado a sensação de limpeza.

O uso de quadros, com paisagens coloridas e flores, também tem sido uma boa solução. Para evitar o acúmulo de germes nas molduras, alguns hospitais optam por pintar o quadro com a moldura diretamente na parede. Dependendo dos casos, até plantas, mesmo que artificiais e de fácil higienização, podem ser utilizadas para sugestionar mais aconchego e fazer a diferença.

O mobiliário é outro fator importante. A aparência antiquada de um quarto hospitalar pode provocar ainda mais desconforto no paciente. Investir em móveis novos e com design arrojado também é repensar seu estabelecimento como um ambiente hoteleiro e no paciente como um hóspede.

A questão da água quente

E quando o tema é conforto e bem-estar, há um fator que não pode ser deixado para trás: a água quente. Como ocorre nos hotéis, a disponibilidade de água aquecida em lavabos e chuveiros é considerada por pacientes e mesmo visitantes como item número 1 de uma boa estadia.

No caso específico do aquecimento de água, porém, os benefícios vão além do fator psicológico. Há uma série de estudos que relacionam o uso de água quente com melhoria na saúde. O primeiro e mais evidente fator é a sensação de relaxamento,a fundamental para aliviar o estresse de uma internação.

Estudos neurológicos indicam que a água quente ativa o sistema nervoso parassimpático, o responsável por estimular no organismo impulsos de respostas  que induzem à tranquilidade, como desaceleração dos batimentos cardíacos, redução da pressão arterial e até mesmo a diminuição da adrenalina no sangue.

Em outras palavras, água aquecida ativa uma reação de relaxamento do corpo.

Para quem está muito tempo em uma cama, a água quente pode ajudar a reduzir os espasmos musculares. O problema é comum em quem passa por uma situação de estresse e resulta em dores agudas que trazem enorme desconforto.

Há ainda uma questão importantíssima que não pode ser desconsiderada: a assepsia. Fora do quarto hospitalar, a água quente é um fator determinante para a limpeza de lençóis, aventais e outras roupas usadas no ambiente hospitalar. A própria Anvisa determina regras claras que precisam ser seguidas, inclusive no que diz respeito à temperatura de água que deve ser usada na lavagem.

Esses cuidados visam eliminar germes causadores de doenças, proporcionando, assim, mais segurança aos pacientes, menos infecções e mais tranquilidade aos administradores do hospital.

Portanto, gerir um hospital requer cuidados que vão muito além da disponibilidade de uma equipe profissional qualificada. Ao proporcionar conforto aos pacientes, você colabora com a recuperação deles. E ao suprir o seu estabelecimento com água quente em quantidades e temperatura ideias, constantes e confiáveis, você oferece muito mais comodidade e segurança durante o período de internação – e, certamente, tornando-o menos prolongado.

O Sistema de Aquecimento Fasterm para o setor de saúde promove o aquecimento por meio de Trocadores de Calor que retiram o calor do ar ambiente e o transferem para a água. Simples assim. Com isso proporcionam redução dos custos em até 70% em relação aos sistemas de aquecimento a eletricidade ou a gás e de cerca de 40% nos valores de energia elétrica de todo o hospital.

Entre em contato conosco e conheça os diferenciais exclusivos do equipamento Fasterm para ampliar, valorizar e tornar sensível na pele a qualidade dos serviços prestados por seu hospital.

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POR QUE INSTALAR AS BOMBAS DE CALOR FASTERM NO SEU HOSPITAL?

POR QUE INSTALAR AS BOMBAS DE CALOR FASTERM NO SEU HOSPITAL?

Disponibilizar água quentinha onde necessário – chuveiros, duchas e torneiras – é tarefa essencial para hospitais que primam por um atendimento de qualidade e pelo bem-estar de seus pacientes e acompanhantes.

É igualmente fundamental para aqueles que ofereçam tratamento hidroterápico cuidar para que em suas banheiras ou piscinas a água esteja aquecida na temperatura especificada pelos médicos e fisioterapeutas.

Água quente também é básica para limpeza, higienização e assepsia de todas as alas de hospitais e clínicas e para o consumo em larga escala nas cozinhas e lavanderias.

Estamos falando de um mundo de água quente utilizada todos os dias em um hospital. Portanto, é primordial que essa água seja garantida em quantidades fartas, constantes e confiáveis em qualquer época do ano e a qualquer momento do dia sem queda ou flutuação da temperatura.

Água aquecida em um hospital torna-se um investimento inevitável – e um importante componente dos custos gerais a ser analisado com atenção pelos gestores financeiros, calculando e comparando cuidadosamente todos os gastos do período com os dos meses e anos anteriores.

Por essa razão, atentos às possibilidades de economia, cada vez mais gestores de hospitais estão optando pelo Sistema de Aquecimento de Água Fasterm – e com isso reduzem um dos grandes vilões das reservas financeiras de um hospital: seus custos operacionais.

Por utilizar a mais atualizada tecnologia existente em todo o mundo para aquecimento de água em grandes quantidades, as Bombas de Calor Fasterm garantem  economia de até 70% nos custos da água aquecida quando comparadas com sistemas de aquecimento tradicionais.

Conheça as razões da escolha desses atentos gestores financeiros dos maiores hospitais deste país:

Economia ou Conforto: mantenha ambos

É possível reduzir o consumo de energia sem abrir mão do conforto dos pacientes e das necessidades básicas para as operações do dia-a-dia? Sim, é perfeitamente possível.

A Solução de Aquecimento de Água para banho da Fasterm ganha força neste cenário por oferecer alguns diferenciais únicos.

Primeiro diferencial: eficiência energética. As Bombas de Calor Fasterm garantem uma redução de até 70% nos custos com aquecimento de água frente a qualquer das demais matrizes energéticas — resistência elétrica, gás, lenha, pellet, diesel, etc. É só analisar na ponta do lápis. Tarefa fácil para um gestor financeiro.

Segundo diferencial: com as Bombas de Calor Fasterm os custos com aquecimento de água passam a ser previsíveis e fixos. A energia elétrica é necessária apenas para manter o sistema eletrônico das máquinas funcionando. Para aquecer a água, apenas retiram o calor do ar e o transferem para a água. Calor do ar não custa nada.

Administrações hospitalares que já utilizam o Sistema de Aquecimento de Água Fasterm conseguiram reduzir os custos diretos de aquecimento de água em até 70%. 

São economias importantes que merecem ser investigadas pelos gestores financeiros dos hospitais de todo o país.

Terceiro diferencial: as Bombas de Calor Fasterm permitem sua integração com outros sistemas de aquecimento já instalados, podendo funcionar como elemento principal ou como apoio para garantir água quente nas quantidades e nas temperaturas ideais, de forma constante e contínua.

Quarto diferencial: como sistema principal ou de apoio, não exigem grandes obras para serem instalados. Além disso, funcionam preferivelmente em ambiente externo – o que deixa livres áreas internas preciosas que podem ser alocadas para outras finalidades. Mas também podem ser instaladas em ambientes fechados, sujeito a análise pelos especialistas da Fasterm.

Quinto diferencial: hospitais localizados em regiões extremamente frias do Brasil ou da América do Sul podem contar com acessório opcional para degelo automático do equipamento, garantindo seu funcionamento perfeito em qualquer época do ano.

Sexto diferencial: as Bombas de Calor Fasterm funcionam de modo automático e independente e não requerem profissionais especializados em manutenção – que basicamente é feita de tempos em tempos com jatos de água de mangueiras de jardim para retirar das aletas eventuais sujidades– o que pode ser feito por qualquer funcionário não especializado.

Sétimo diferencial: as equipes permanentes que antes cuidavam do funcionamento e manutenção das matrizes energéticas que utilizam resistência elétrica, gás, lenha, pellet, diesel e outras, podem ser redirecionadas inicialmente para outras atividades prioritárias e estratégicas indispensáveis ao bom funcionamento do hospital ou permitindo que o quadro de profissionais possa ser redimensionado.

Oitavo diferencial: a Fasterm é uma empresa especializada em sistemas de aquecimento de água em volumes industriais e faz parte do grupo Nautilus – a marca pioneira que lançou os primeiros geradores de calor para o aquecimento de água de piscinas e que permanece líder absoluta nesse segmento. Isso significa que é uma empresa que entende do assunto e garante o que promete.

Nono diferencial: as Bombas de Calor Fasterm são ecologicamente responsáveis, não agridem a natureza nem os seres humanos, pois utilizam gases inertes e inofensivos e não produzem poluentes atmosféricos. Este diferencial habilita seus negócios a pontuar positivo em certificações de sustentabilidade, tais como PROCEL e LEED, o que pode facilitar relações com parceiros de negócios que exijam esses certificados.

Décimo diferencial: além de não exigir laudos de aprovação, licença de funcionamento ou fiscalização de nenhum órgão do governo, as Bombas de Calor Fasterm são praticamente isentas de manutenção. A primeira revisão do equipamento acontece apenas cerca de sete a nove anos após instalação e início de funcionamento. Muito menos custos e nenhuma preocupação para seu hospital.

Impactos financeiros/contábeis: outros importantes diferenciais

Além da preocupação com o meio-ambiente e a redução imediata nos custos, também é importante pensar na economia a longo prazo. 

Analistas financeiros de grandes hospitais têm chegado à conclusão de que as facilidades de financiamento próprio ou bancário, o rápido retorno do investimento (payback) e a economia gerada com as Bombas de Calor Fasterm permitem planejar e investir no curto prazo em melhorias para seu empreendimento hospitalar.

É dinheiro que deixa de ser gasto e pode ser investido em necessidades prioritárias para o hospital. Ou seja, uma transição contábil positiva para a vida financeira do seu hospital, conquistada graças a uma decisão racional simples e de bom senso.

Deseja considerar você mesmo essa opção – na prática e em números para seu hospital, sem qualquer compromisso? Utilize nosso Simulador de Economia para verificar o verdadeiro impacto no seu negócio da mudança para o Sistema de Aquecimento de Água Fasterm! É só clicar aqui e fazer sua simulação. Se desejar, também pode conversar online com um de nossos especialistas e tirar suas dúvidas.

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Manutenção do hospital: compromisso com a manutenção de vidas.

Certamente você já ouviu falar que “um hospital é uma eterna obra. Quando termina a construção já precisa ser reformada. Um hospital moderno deve ser um eterno canteiro de obras e estar sempre em busca de reformulações e melhorias em sua estrutura”.

Os hospitais são ambientes complexos, que exigem cuidados especiais quanto ao seu projeto, instalação de equipamentos e reparo de sistemas. Manter a manutenção do hospital em dia é fundamental para evitar consertos. Qualquer falha precisa ser resolvida rapidamente, para minimizar o tempo de inatividade. Um simples problema em um determinado equipamento pode colocar a vida de uma pessoa em risco.

Dessa forma, um hospital que apresenta problemas regulares em sua infraestrutura pode representar um perigo para os pacientes e também para os negócios. A troca de ar, o controle da umidade, o equilíbrio da temperatura, a esterilização da água: tudo precisa funcionar perfeitamente para minimizar os riscos de infecções para os pacientes.

Além disso, os hospitais têm que funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana, o que aumenta a relevância da manutenção preventiva para manter a eficiência e o desempenho das operações. Dessa forma, é um engano pensar que um hospital ou clínica precisa apenas de uma equipe médica qualificada: sem o suporte de equipamentos em bom estado, a qualidade do atendimento pode ser gravemente comprometida.

A seguir, compreenda melhor o papel estratégico que a manutenção do hospital exerce para a boa operação do empreendimento.

Manutenção corretiva ou preventiva?

Em nosso país a manutenção muitas vezes é entendida pelos Administradores Hospitalares como fonte de despesas e não como uma forma preventiva que traz segurança e economia ao hospital.

No Brasil, predomina a Manutenção Corretiva, que é mais cara e causa mais transtornos. A Manutenção Preventiva, que é mais utilizada em países desenvolvidos, previne incidentes, acidentes e até mortes.

A prestação de serviços hospitalares, em todos os níveis, é totalmente dependente de máquinas, equipamentos e sistemas. Desde a luz ambiente até aquele instrumento altamente sofisticado utilizado para fazer diagnóstico ou algum tratamento: o bom funcionamento é essencial.

Isso porque, dependendo do sistema, quando algo deixa de funcionar por conta de falta manutenção do hospital, todo o estabelecimento pode parar por horas até que a situação seja normalizada. Pense nas consequências caso o sistema de climatização, distribuição de oxigênio ou das bombas de água parasse de trabalhar de uma hora para outra. Os procedimentos cirúrgicos poderiam ser atrasados e situações de emergência teriam que ser redirecionadas para outros hospitais.

O tempo de inatividade, independentemente da duração, simplesmente, não é uma opção para hospitais. O reparo e a manutenção preventiva são cruciais, pois é essencial que os equipamentos sejam bem mantidos e que haja peças de reposição e consumíveis suficientes para minimizar possíveis interrupções.

Os custos e os benefícios esperados ao investir em um item de equipamento, assim como um cronograma de manutenção, precisam ser cuidadosamente considerados em um plano de negócios. Apenas investir em um equipamento caro para depois não fazer a devida manutenção não melhora a produtividade e os resultados do hospital e, ainda, compromete a qualidade dos serviços prestados ao paciente.

A gestão da manutenção hospitalar

O gerenciamento de manutenção do hospital é imprescindível para atender às necessidades dos pacientes e aos padrões regulatórios de higiene e funcionamento de instalações de saúde. Quando o hospital investe em manutenção preventiva, o tempo de indisponibilidade é reduzido, há aumento da vida útil dos equipamentos, minimização de custos evitáveis e melhora na eficiência dos resultados da equipe médica.

Para lidar com as falhas, também é preciso ter procedimentos e equipes que respondam rapidamente para realizar reparos e substituir peças defeituosas ou gastas. Sem um planejamento cuidadoso, é provável que os equipamentos não tenham um desempenho ideal e possam, até mesmo, ser completamente inutilizados. Quando os problemas acontecem, é preciso registrar o ocorrido e analisar formas para evitar que eles sejam recorrentes.

O compartilhamento de conhecimento técnico para utilização dos equipamentos também deve ser uma prática entre a equipe. É importante atribuir a uma pessoa (ou gerente) a responsabilidade de compartilhar esse conhecimento entre todos os usuários e, também, com a equipe de manutenção e reparo. Com isso, é possível fornecer um serviço de qualidade, de forma eficiente para as pessoas que mais precisam de cuidados de saúde.

E então, gostou do post? Você já conhece as soluções tecnológicas que a Fasterm oferece para o seu hospital? Entre em contato conosco ou deixe sua mensagem nos comentários. Até a próxima!

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Dia Mundial da Saúde: a importância da data para hospitais

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), saúde é o estado em que uma pessoa alcança o bem-estar completo, seja ele físico, mental, ou social, estando, também, longe de qualquer tipo de doença.

Assim, apesar de algumas pessoas entenderem que ter saúde é estar livre de doenças graves, somente a ausência de enfermidades não caracteriza um indivíduo saudável. É necessário, também, levar em consideração diversos fatores, como sua qualidade de vida e aspectos físicos e mentais.

Por tudo isso, conscientizar a população sobre a importância de buscar atingir esses aspectos de modo mais integral é tão importante – somente dessa forma é possível agir preventivamente e garantir a melhor qualidade de vida para as pessoas.

E para ajudar nesse tipo de compreensão, foi instituído o Dia Mundial da Saúde. A seguir, saiba mais sobre essa data e sua importância para os hospitais.

Origem do Dia Mundial da Saúde

O Dia Mundial da Saúde, também conhecido como Dia Internacional da Saúde, é comemorado em 7 de abril, e visa a conscientização das pessoas sobre questões que impactam em sua saúde física e mental – e, consequentemente, em sua qualidade de vida.

Essa data foi escolhida por ser a mesma de criação da Organização Mundial da Saúde, órgão ligado a ONU, que é responsável pela orientação, regulação e pelo acompanhamento de regras da saúde nas Nações Unidas. Essa comemoração ocorre desde 1948.

Entre as ações que caracterizam a ocasião, estão campanhas de prevenção e conscientização que objetivam a promoção da saúde da população.

Tema do Dia Mundial da Saúde em 2018

A cada ano, é trabalhado um tema nesta data. Em 2017, o tema foi a Depressão e, para 2018, o tema proposto é, justamente, “Saúde para todos”, tópico que resume a meta de trabalho da OMS e que abordará a importância da saúde universal – isto é, do acesso aos serviços de saúde para todos e dos benefícios que isso pode gerar.

Esses assuntos são trabalhados não somente no Dia Mundial da Saúde, mas em ações que ocorrem durante o ano todo.

A importância do Dia Mundial da Saúde para os hospitais

Para os hospitais, é fundamental ter pautas de trabalho alinhadas aos objetivos da OMS, além do desenvolvimento de ações de aproximação com a comunidade e de conscientização sobre a importância dos serviços e cuidados com a saúde.

Nesse sentido, os hospitais podem realizar, por exemplo, palestras instrutivas, atividades educacionais e elaborar conteúdos informativos que abordem as quatro esferas principais que impactam na qualidade da saúde das pessoas: a biologia humana, o ambiente, o estilo de vida e a assistência médica. Quanto a esse último aspecto, é importante deixar claro que a boa saúde é alcançada por meio de uma alimentação saudável, da prática de exercícios físicos e atividades de lazer, e, também, com a realização de exames periódicos e do acompanhamento médico – não apenas em momentos de doença, mas de modo preventivo.

Com ações como essa, é possível promover uma humanização do atendimento do hospital, uma aproximação com a comunidade, ações de cunho social e, ainda, criar valor e diferenciação junto a seus pacientes, compartilhando informações relevantes e que ajudarão as pessoas a tomarem decisões de saúde mais conscientes e proativas.

Seu hospital realiza ações voltadas ao Dia Mundial da Saúde? Você tem alguma experiência para compartilhar? Deixe sua mensagem nos comentários e até a próxima. 

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Como escolher o melhor fornecedor para o hospital

A prática de terceirização é comum na gestão hospitalar. No entanto, é necessário extremo cuidado na hora de escolher o melhor fornecedor para o hospital. Para que a área da saúde atue em condições plenas, a contratação de fornecedores confiáveis e eficientes é fundamental.

Serviços indispensáveis ao bom funcionamento do hospital são parte da estrutura. Da limpeza do local até a segurança, tudo reflete na satisfação geral dos pacientes.

Para ajudá-lo a selecionar o melhor fornecedor para o hospital, confira nossas dicas e pontos que devem ser analisados a seguir!

1. Margem de negociação

Antes de buscar opções de empresas que possam oferecer serviços de fornecedor para o hospital, é necessário definir objetivos. Para isso, é preciso um planejamento prévio do que precisa ser realizado, do orçamento disponível para ser investido, qual é o prazo desejado. Com isso, é possível construir argumentos para uma negociação. Quanto mais estruturados seus argumentos, maior a margem para negociação com o futuro fornecedor para o hospital.

2. Entrega dentro do prazo

Definir em contrato as tarefas e os prazos a serem cumpridos é essencial na hora de selecionar o melhor fornecedor para o hospital. É importante pensar que, serviços como limpeza hospitalar, por exemplo, exigem uma rotina de tarefas e prazos restritos.

Fornecedores terceirizados são responsáveis para que a estrutura de seu hospital tenha eficiência. Prazos de entrega e manutenção de equipamentos devem estar previstos em contrato, para maior controle em sua gestão e para não afetar negativamente a experiência do paciente com o seu hospital.

3. Fornecedor para o hospital com melhor custo-benefício

Ao elaborar um contrato com um fornecedor para o hospital, a questão de redução de custos é, também, relevante. Afinal, buscam-se empresas terceirizadas pela impossibilidade estratégica de internalizar serviços no hospital. Por isso, fatores como logística, reposição de funcionários e qualidade de serviço devem ser bem calculados.

Um custo-benefício melhor não significa, claro, negligenciar a eficiência e qualidade pelo custo – pelo contrário! O fornecedor para o hospital deve oferecer um equilíbrio saudável entre seus custos operacionais e o retorno do investimento realizado.

4. Responsabilidade do fornecedor para o hospital

O histórico do fornecedor para o hospital deve, obrigatoriamente, ser transparente. Responsabilidades judiciais e legais, mesmo sendo obrigatoriamente assumidas pelo parceiro terceirizado, podem manchar a imagem de um hospital. Pensando nisso, é importante fazer parcerias que tragam credibilidade para a organização.

Pesquise a respeito da área de atuação do fornecedor. O melhor fornecedor para o hospital precisa ter um preparo especial em relação aos serviços prestados. O ambiente hospitalar requer conhecimentos e precauções, e a responsabilidade do hospital com o bem-estar dos pacientes gera critérios e padrões de qualidade que devem ser atendidos.

Um fornecedor de confiança para o hospital permite que sua gestão vá além em termos de prestação de serviço de qualidade e eficiência. A melhoria do serviço de um hospital depende de todas as atenções voltadas para os serviços prestados ao paciente. Sendo assim, é preciso pensar em como diminuir custos, porém, sem sacrificar a qualidade e eficiência desses parceiros.

A viabilidade econômica de seu hospital depende de uma gestão de contratos efetiva. Para muitas companhias, esse pode se tornar um grande desafio, por isso, é importante correr atrás de todas as informações necessárias antes de contratar um fornecedor para o hospital.

Como você lida com a gestão de fornecedores para o hospital? Deixe sua mensagem nos comentários e, para outras dicas, continue acompanhando o blog da Fasterm. Assine a newsletter e se mantenha atualizado sempre que um novo post for publicado. Até a próxima!

Como prestar um atendimento qualificado em hospitais?

Gerenciar um hospital exige um foco diferenciado em seu atendimento. A área da saúde, naturalmente, mede a credibilidade de um hospital pelo serviço prestado a seus pacientes. Portanto, um atendimento qualificado em hospitais se torna um fator essencial a ser conquistado.

Antes de tudo, é preciso entender que não existe um modelo único, que sirva para todos os hospitais. Entretanto, pensar em um atendimento qualificado em hospitais parte de uma tomada de ação coerente e alinhada.

Pensando nisso, confira, a seguir, algumas dicas para superar as expectativas de seu paciente na qualidade do atendimento.

1. Invista em sistemas e tecnologias que facilitem a rotina

Na área da saúde, é preciso oferecer ao paciente de seu hospital toda a segurança e confiança possíveis. O investimento em sistemas e tecnologias de comunicação, por exemplo, agilizam o atendimento e facilitam eventuais processos burocráticos ao paciente.

Conforme dados da Google, 77% dos pacientes recorrem à ferramenta de busca antes de marcar uma consulta. Isso significa que é imprescindível que seu hospital tenha um site de qualidade, que facilite esse pré-atendimento ao cliente, e mesmo recursos como marcação de consultas online.

Além de os sistemas e tecnologias facilitarem os processos do cliente, da triagem à consulta, é possível conectar seus colaboradores. A troca de informações é uma necessidade diária. Portanto, um atendimento qualificado em hospitais pode ser otimizado por um sistema que organize esse fluxo de dados.

2. Capacitação para um atendimento qualificado em hospitais

Atendimento de qualidade não parte somente de uma gerência. É preciso que haja uma equipe preparada e comprometida em manter o padrão de qualidade estabelecido em seu hospital. Por isso, é imprescindível que haja um planejamento sobre os treinamentos e capacitações para toda a equipe.

O investimento na capacitação de sua equipe gera benefícios para todos. Sua gerência ganha em credibilidade e engajamento com seus colaboradores. Os profissionais do hospital, por sua vez, mantêm-se atualizados e mais alinhados a estratégias de otimização do atendimento prestado. Essa preparação reflete a qualidade, os valores e objetivos do hospital para seus clientes.

3. Atendimento personalizado para as necessidades dos pacientes

Prestar um atendimento qualificado em hospitais envolve uma relação aprofundada com os pacientes. Procure formas de fazer com que a relação entre eles e sua equipe supere expectativas.

Conquistar o cliente com um atendimento personalizado e próximo de suas necessidades pontuais é uma boa dica.

4. Acompanhamento pós-atendimento

O atendimento de seu hospital não se limita apenas aos processos que ocorrem dentro do espaço físico. Para um atendimento qualificado em hospitais, é importante enxergar os processos de forma cíclica.

É importante que seu paciente continue tendo todo o suporte e lembrança de seu hospital. Por isso, ações de pós-atendimento são uma parte importante de todo o processo.

Estruturar canais digitais de comunicação direta ou atendimento automatizado, por exemplo, pode estreitar as relações e fazer com que seu paciente volte a optar pelos serviços de seu hospital em uma próxima consulta.

5. Transparência e coleta de feedback

Mesmo que seu hospital não realize uma pesquisa de satisfação, o cliente expressará seu descontentamento em outros canais. Por isso, é preciso saber centralizar esse recurso e utilizá-lo na qualificação e melhoria do atendimento como um todo.

Aproveite para perguntar diretamente a seu paciente sobre os diferentes aspectos do atendimento prestado. Desde o tempo de espera e dificuldade para marcar a consulta até o serviço médico em si, tudo pode ser mensurado. Utilize os dados e as impressões de seu paciente de forma estratégica, priorizando e implementando melhorias em seu atendimento que serão sentidas por seu cliente.

Considerações finais

Reajustar e otimizar processos é parte de um atendimento qualificado em hospitais e em toda a área de saúde. A maior particularidade do segmento é a forma como o bom atendimento é percebido por um paciente.

Diferentemente de outros empreendimentos, é preciso um cuidado maior, principalmente em relação à estrutura ao redor de seu paciente.

Para outras dicas, continue acompanhando o blog da Fasterm. Assine a newsletter e se mantenha atualizado sempre que um novo post for publicado. Até a próxima!

Como construir indicadores de desempenho para hospitais

A avaliação de desempenho de um hospital é fundamental para medir a qualidade da assistência prestada, os recursos disponíveis, os gastos, a satisfação dos pacientes, entre outros fatores. Os indicadores de desempenho para hospitais servem como um meio para acompanhar a sua produtividade, a partir das metas preestabelecidas, com a finalidade de identificar as oportunidades de melhoria contínua.

Esses dados fornecem uma síntese das informações disponíveis, proveniente de diferentes departamentos do empreendimento. Os principais métodos de medição do desempenho se dão por meio de inspeções, pesquisas de satisfação, auditoria de terceiros, além de outros indicadores estatísticos.

Com o aumento da demanda pelos serviços de saúde e a alta concorrência, as organizações desse segmento passaram a examinar com mais cautela seus indicadores para acompanhar se o seu hospital ou determinado departamento está alcançando os principais objetivos estratégicos.

Se você busca formas de acompanhar o progresso da sua organização, mas ainda não tem formas sistematizadas de mensuração, a seguir, apresentamos os principais indicadores de desempenho para hospitais e gestão que podem lhe ajudar nessa tarefa. Acompanhe!

Indicadores de desempenho para hospitais: operacionais

  • Taxa de ocupação: esse indicador apresenta o percentual entre o número total de pacientes atendidos e o de leitos disponíveis, em um determinado período de tempo. Ele demonstra a necessidade de mais ou menos espaço na organização.
  • Tempo de espera: demonstra o período médio que um paciente aguarda para ser atendido pelo médico para realizar um procedimento cirúrgico ou fazer um exame. Esse índice pode afetar significativamente o grau de satisfação do paciente.
  • Intervalo de substituição: demonstra o tempo médio que o centro cirúrgico fica ocioso. Ele permite avaliar a administração do bloco cirúrgico, o que compromete a assistência aos pacientes que estão na fila para realizar uma cirurgia.

Indicadores de desempenho para hospitais: financeiro

  • Taxa média de preços: mostra o preço médio que o hospital cobra de um paciente por um tratamento. Essa taxa pode ser uma média de todos os procedimentos ou mesmo de uma determinada categoria de tratamentos. Ela demonstra a eficácia do hospital sem ter perdas que comprometem o equilíbrio financeiro.
  • Salários de empregados: registra o valor dos salários (incluindo demais benefícios) pagos a todos os empregados permanentes que trabalham em período integral. Com ele, é possível determinar quais contratos valem a pena ser mantidos.
  • Tempo médio de processamento: mede o tempo e valor médio que as operadoras de planos de saúde repassam para o hospital. Quando muito baixo, indica que a organização recebe o pagamento mais rapidamente e há menos custos para o paciente.

Indicadores de desempenho para hospitais: emergência

  •  Tempo de espera: mostra a quantidade de tempo que um paciente precisou aguardar para ser atendido pelo departamento de emergência da organização.
  • Tempo de hospitalização: avalia a quantidade de tempo entre o momento que o paciente começa a sentir os primeiros sintomas e quando ele foi devidamente hospitalizado.
  • Número de desistências: indica o número de pessoas que não estavam dispostas a aguardar o médico e foram embora sem receber atendimento. Isso pode determinar se o hospital precisa de mais leitos ou pessoal.

Indicadores de desempenho para hospitais: satisfação do cliente

  •  Pacientes x equipe médica: demonstra o número de funcionários disponíveis por paciente, em um determinado período. Ele pode indicar se o hospital está com excesso ou falta de pessoal médico.
  • Erros médicos: mede o número de vezes que ocorreram erros na prescrição de medicamentos ou tratamentos. Aplica-se tanto para pacientes internados quanto para os que foram atendidos em ambulatório.
  • Satisfação do paciente: por meio de questionários, é possível medir a satisfação do paciente quanto à qualidade da assistência prestada pelo hospital. Dessa forma, é possível identificar pontos de melhoria no atendimento.

A partir desses indicadores de desempenho para hospitais, o gestor tem à sua disposição informações estratégicas valiosas que podem melhorar a administração e a qualidade do serviço prestado pela instituição.

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